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Mensagem vinda do céu

A história dos Reis Magos é uma das mais tradicionais do Natal. Além do que conta o Evangelho, os historiadores acreditam que sábios podem realmente ter saído de suas terras para seguir um estranho brilho nos céus. E mais: que esse sinal já havia sido previsto em antigas escrituras.

Mito. Conta a lenda que os Reis Magos eram descendentes diretos de Noé – aquele que salvou homens e animais do dilúvio, guardando um casal de cada espécie em sua arca. Gaspar era um jovem africano. Melchior, um velho europeu. E Baltazar, um homem asiático. Atraídos pelo estranho brilho de uma estrela, atravessaram o deserto em busca do Rei dos Judeus que acabara de nascer. Levavam consigo presentes: ouro, que significa realeza; incenso, símbolo do sofrimento; e mirra, representando a fé. Mitos à parte, astrônomos e historiadores concordam em dois pontos: naquela época, alguma coisa brilhou no céu e os Reis Magos têm grande chance de ter existido.

Profecias. Os historiadores acreditam que os Reis Magos eram, na verdade, astrólogos. Entendiam de planetas, cometas e estrelas e sabiam que, astrologicamente, o povo judeu tinha como símbolo celeste a constelação de Peixes e o planeta Saturno como protetor. Também eram estudiosos das escrituras e conheciam as profecias que previam a chegada de um Messias, o Rei dos Judeus. Por isso, quando avistaram um brilho fulguroso na constelação de Peixes, não tiveram dúvidas: saíram da Mesopotâmia e começaram a seguir a estranha estrela.


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