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Ciências Humanas e suas Tecnologias.  

Linhagem divina

Para os egípcios, assim como para a maioria dos povos antigos, o Sol, fonte de luz e calor, era venerado como um deus. Sem ele, a vida seria impossível. Por isso, era comum que o Sol fosse o principal deus daquelas culturas. Foi o que aconteceu no Egito, onde Rá – o deus Sol – era todo-poderoso.

Juntas, a coroa branca (do Alto Egito) e a vermelha (do Baixo Egito) simbolizam a unificação do reino.

Conta a mitologia egípcia que Rá teve quatro filhos: dois homens, Osíris e Set, e duas mulheres, Ísis e Néftis. O trono do Egito foi ocupado por Osíris, casado com sua irmã Ísis. O invejoso Set matou o irmão, dividiu o corpo em 14 pedaços e espalhou-os pelo rio Nilo. Ísis reuniu os despojos do bem-amado e o fez reviver graças à magia ensinada pelos deuses Thot e Anúbis, transformando-o em senhor do Reino dos Mortos.

Da união de Ísis e Osíris nasceu Hórus. Quando cresceu, Hórus venceu Set e assumiu o trono. Governou com sabedoria e foi amado pelo povo egípcio. Os faraós dos mais de 3 mil anos seguintes eram considerados seus descendentes – filhos de Amon-Rá, o Sol, e Hórus – na forma humana. Daí sua origem divina.

Estas placas ovais contendo hieróglifos eram chamadas de cartuchos. Dois deles formavam o nome do faraó. Os cartuchos têm ajudado os egiptologistas a decifrar a antiga língua egípcia.


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