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Hatshepsute, a mulher-faraó

Templo de Deir-el-Bahri, em homenagem à primeira mulher a assumir o poder .
Ela subiu ao trono após a morte de seu marido e meio-irmão Tutmés II e de um breve governo de um enteado. Governou entre 1504 a.C. e 1483 a.C. Tornou-se tão poderosa que era retratada com barba postiça, vestes de faraó e a coroa dupla do Alto e do Baixo Egitos – privilégio exclusivo do faraó.

Seu governo foi um tempo de paz e de prosperidade. Ela foi responsável pelo incremento das relações comerciais com países vizinhos. Seu principal colaborador foi o arquiteto Senenmut, que muitos historiadores dizem ter sido seu amante. Ele ergueu o maravilhoso templo de Deir-el-Bahri em sua homenagem.

A construção do templo deu muito prestígio à rainha, que soube usá-lo para justificar o golpe de Estado por meio do qual subiu ao poder.

As pinturas murais representam sua ascendência divina, justificando seu direito à coroa. Uma prova de como Hatshepsute era considerada um faraó foi o fato dela ter sido enterrada no Vale dos Reis e não no Vale das Rainhas. Foi deposta pelo enteado Tutmosis III, que pôs fim à sua política de paz.


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