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Ciências Humanas e suas Tecnologias.  

Arqueologia, múmias e primeira dinastia

- A mais antiga frota de barcos de madeira encontrada recentemente nas areias do deserto de Ábidos, no Egito, tem o mesmo significado e função do barco recuperado na pirâmide do faraó Quéops, em Gizé, construído 400 anos depois.    

- Os antigos egípcios acreditavam que a outra vida tinha as mesmas características que esta. Por isso mumificavam seus mortos e junto deles colocavam todos os seus pertences. Os barcos, que eram enterrados perto dos túmulos dos reis, seriam o meio de transporte usado pelos faraós para o mundo pós-morte.     

- Estudos das 14 embarcações que medem de 18 a 24,5 metros fornecerão novos indícios da riqueza, do poder e da capacidade tecnológica das mais antigas dinastias da civilização egípcia. Os especialistas que estiveram nas escavações garantem que os barcos foram colocados nos túmulos dos faraós muito antes de a pirâmide de Kasekhemui ser construída. Portanto, é muito provável que os egípcios acreditassem na jornada eterna após a morte desde a primeira dinastia (2920-2770 a.C.).

Barcos como este eram utilizados para conduzir o faraó, seus pertences e até sua esposa na jornada eterna após a morte.


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