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  Era Contemporânea   
Ciências Humanas e suas Tecnologias.  

As origens do movimento operário

A classe operária participa de manifestações para conseguir melhores condições de trabalho.
Os operários viam na máquina uma inimiga, por ser capaz de realizar o trabalho de vários operários e assim fazê-los perder o emprego. No início, quebraram máquinas ao identificá-las como responsáveis por sua miséria: foi o movimento ludita. Depois, começaram a fazer greves exigindo melhoria nas condições de trabalho e o reconhecimento do direito de associação. Os trabalhadores se uniram, formando as trade-unions e depois os sindicatos nacionais operários para lutar por melhores condições de vida. Nasce, assim, a consciência de classe. A ação dos sindicatos foi, no princípio, violenta, pois sua intenção era destruir as fábricas, símbolos da exploração.

Movimentos operários do século XIX

As desigualdades e a crise econômica levaram o proletariado a organizar o movimento cartista na Inglaterra. A primeira Carta do Povo, de 1838, defendeu o voto universal masculino e secreto, igual representatividade para os distritos eleitorais e a remuneração dos representantes da Câmara dos Comuns. Lentamente, essas reivindicações foram atendidas, sendo incorporadas à legislação inglesa.

Sindicalismo revolucionário

Diferentemente do movimento sindical existente até hoje no capitalismo, o sindicalismo revolucionário defendia greves gerais e sabotagens para controlar os meios de produção e comércio. Com o fim do Estado, uma federação de conselhos executivos de sindicatos organizaria a sociedade.


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