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A Índia

Chamada 'A Joia da Coroa', a Índia era uma colônia fundamental do Império Britânico. Apesar de, em 1920, os ingleses terem permitido a formação de alguns órgãos provinciais de autogoverno, o Partido do Congresso, majoritário na Índia, exigiu a independência total da Coroa britânica. Tendo Gandhi como líder, iniciou-se uma campanha de resistência passiva, não-violenta. A independência foi concretizada em 1947, mas não foi possível manter a unidade do país – apesar dos esforços de Gandhi – e o território se dividiu segundo a religião: Índia (hindu) e Paquistão (muçulmana).


Gandhi
Gandhi

Gandhi (1869-1948) foi a figura principal da independência da Índia. Defendia como principais meios para a libertação a não-violência, a 'desobediência civil', a não-cooperação com os colonizadores e boicotes aos produtos britânicos. Os constantes boicotes, que inviabilizaram a manutenção do controle ocidental, foram somados ao temor de uma radicalização popular que poderia levar a Índia ao socialismo. Essa situação forçou a Grã-Bretanha a adotar uma estratégia de libertação gradual, buscando preservar a influência econômica.


Após a proclamação da independência da Índia, os enfrentamentos entre muçulmanos e hindus fizeram com que os primeiros abandonassem o país em massa.
A guerra indo-paquistanesa

Ao entrar em vigor a Ata da Independência da Índia, surgiram diferenças entre a maioria hindu e a minoria muçulmana. A Grã-Bretanha dividiu a colônia em dois países: a Índia (ou União Indiana) e o Paquistão (Ocidental e Oriental; este último, em 1971, tornou-se República de Bangladesh). A delimitação de fronteiras provocou uma sangrenta guerra civil, até que em 1948 foi restabelecida a paz religiosa. Contudo, o conflito religioso entre os dois países continua latente até os dias atuais.

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