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O Império

A coroação de Napoleão
Em 1804, Napoleão concentrou todo o poder em sua própria pessoa e proclamou-se imperador. Nos países conquistados, instaurou monarquias controladas pelos seus próprios familiares. Soube, porém, combinar a expansão militar com o crescimento econômico interno, protegendo a burguesia. Governou com muito autoritarismo e reprimiu violentamente qualquer tentativa de oposição. A burguesia francesa, que permitira a ascensão de Napoleão Bonaparte com o golpe do 18 de Brumário, foi beneficiada pelo Código Civil Napoleônico (promulgado durante o Consulado), que institucionalizou suas conquistas econômicas e políticas. Era o triunfo dos princípios liberais.

Para lembrar:

A coroação de Napoleão como imperador não acarretou a volta ao antigo sistema monárquico. Ele quis ser o "rei do povo", em contraste com os "reis da aristocracia" (os Bourbon). Contudo, implantou um regime hereditário, pois desejava garantir um reino para os seus herdeiros. Foi o papa Pio VII quem coroou Napoleão imperador. Agradeceu-lhe assim pelo restabelecimento do culto católico na França, suprimido pela Revolução Francesa.

Imperatriz Josefina

Em 1795, Napoleão casou-se com Josefina, influente viúva da Martinica, que  o ajudou a se relacionar com a elite francesa. Em 1804, Napoleão coroou-a  imperatriz, mas separou-se porque Josefina não podia ter filhos. Casou com  Maria Luísa, filha do imperador da Áustria. Esse segundo matrimônio proporcionou  a Napoleão um excelente apoio político em suas ambições de dominar a Europa.


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