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A performance do Catarina
O Catarina começou a se formar dia 24 de março, quando uma pequena área de instabilidade atmosférica se desprendeu de uma massa de ar fria que passava pelo oceano, há cerca de 1000 km da costa de Santa Catarina, e começou a adquirir a forma de um ciclone. Essa massa de nuvens carregadas e ventos em alta velocidade deslocou-se lentamente para a costa sul brasileira. No caminho, provocou chuvas fortes, maré alta, ondas de até cinco metros no alto mar, queda de raios, ressacas nas praias e ventos de até 90 km por hora.

Parecia estar perdendo força ao se aproximar do litoral, com velocidades interna de 60 km por hora. Ao encontrar a terra firme, porém, voltou a acelerar seus ventos, chegando a superar os 150 km por hora, surpreendendo pesquisadores e serviços de Defesa Civil, que não estavam preparados para enfrentar fenômeno dessa envergadura. As chuvas chegaram a uma média de 300 mm. O olho do furacão/ciclone atingiu a costa catarinense por volta das 23h50 de sábado e só se dissipou horas depois. A lentidão de seu deslocamento ampliou o tamanho do estrago. 

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