Busca  
  Geografia   
Ciências Humanas e suas Tecnologias  

Falha na interpretação ou falta de equipamentos?
Os serviços meteorológicos brasileiros não conseguiram prever a intensidade do Catarina. Segundo o diretor do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), Antônio Divino Moura, as previsões foram baseadas em fotos tiradas por um satélite, quando o Catarina ainda estava no mar, e por medições feitas por navios que estavam nas proximidades. Essas medidas indicavam ventos com velocidade inferior a 90 km/h e o fenômeno parecia estar perdendo intensidade ao se aproximar da costa.

A ausência de bóias de pesquisa no sul do oceano Atlântico, porém, impediram os pesquisadores de monitorar o fenômeno mais de perto, registrando as mudanças em seu comportamento e na velocidade dos ventos com maior precisão.

Os cientistas também não podem afirmar que o Catarina foi o primeiro fenômeno do tipo, pois não têm tecnologia e equipamentos adequados que pudessem ter registrado eventuais fenômenos anteriores, ocorridos em alto-mar ou em regiões pouco habitadas.


Anterior Início