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Planejamento urbano
O bem-estar da população depende, em grande parte, dos investimentos públicos

Desordem. As cidades precisam de planejamento para crescer com harmonia. O crescimento ordenado inclui cuidados básicos, como a ocupação planejada do solo, a exploração racional da água, asfaltamento de ruas, construção de creches, escolas e hospitais, pólos de trabalho, lazer e cultura. Tudo isso serve para garantir o bem-estar das pessoas e adequar a expansão urbana ao meio ambiente. Porém, em muitos casos, a regra é deixada de lado pelos governos. Assim, o espaço urbano é ampliado de qualquer jeito: casas são construídas em morros e nas margens de represas ou córregos; o lixo contamina o solo e a água e o saneamento básico não chega a todas as casas.

Juca Martins/Pulsar
A favela da Rocinha, no Rio de Janeiro, cresceu tanto que até virou bairro. Sua comunidade enfrenta vários problemas por causa da falta de infra-estrutura de saneamento.

Carência. Em países não-desenvolvidos ou em desenvolvimento, como o Brasil, muitas cidades crescem de forma desordenada, sob pressão da população que chega. Mas não pense que os países ricos estão a salvo. Cidades do Primeiro Mundo também enfrentam problemas desse tipo. A diferença é que, por serem mais ricas, têm condições de adotar medidas para melhorar a qualidade de vida da população. Mesmo assim, as áreas periféricas de cidades como Paris (França), Nova York, Los Angeles (EUA) e Tóquio (Japão) deixam muito a desejar.

Você sabia?
A primeira cidade do mundo a desenvolver um planejamento urbano foi Estocolmo, capital da Suécia, há 300 anos.
Ricardo Azoury
Recife (PE) não teve seu crescimento ordenado e hoje enfrenta problemas, como a poluição e as enchentes.
Daniel Augusto/Pulsar
Belo Horizonte (MG) é uma cidade planejada, que preserva áreas verdes, propicia qualidade de vida para seus habitantes, mas já padece de superpopulação.

 

 


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