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Fronteiras e rios



Fronteiras

Localizado na América do Sul, o Brasil faz fronteira com 10 países: Guiana Francesa, Suriname, Guiana, Venezuela, Colômbia, Peru, Bolívia, Paraguai, Argentina e Uruguai. O País só não faz fronteira com Chile e Equador.

Principais rios

Rio Jaguaribe (CE) some durante a seca
No Brasil, há rios com os mais diferentes aspectos. As águas que os alimentam vêm das chuvas e por causa de nosso clima tropical, muito chuvoso, a maioria dos rios brasileiros nunca seca. Mas há exceções: rios temporários que somem nas secas, como é o caso do rio Jaguaribe (no Ceará). Também existem rios que se tornam subterrâneos e depois voltam a ficar visíveis, como o Paraguaçu (na Bahia).

Como a maior parte do relevo brasileiro é ocupada por planaltos, é também por eles que correm os nossos rios. Encachoeirados, com grandes desníveis entre a nascente e a foz, eles têm grandes quedas-d’água. Algumas delas são: Urubupungá, no rio Paraná; Iguaçu, no rio Iguaçu; Pirapora, Sobradinho, Paulo Afonso e Itaparica, no rio São Francisco.

Temos ainda os rios que correm nas planícies, menos abundantes no Brasil. Exemplos: alguns rios da bacia Amazônica, localizados na região Norte, e da bacia Paraguaia, localizados na região Centro-Oeste, ocupando vastas áreas do Pantanal Mato-Grossense.


Rios de planalto
 


Cataratas do Iguaçú (PR), um dos principais pontos turísticos do Brasil
 A maior parte de nossos rios é de planalto e tem uma grande importância na economia nacional. Muitos deles apresentam inúmeras quedas-d’água – caso das Cataratas do Iguaçu, no Paraná, que podem ser excelentes fontes para a produção de energia. Mas os desníveis bruscos e acentuados, as quedas e as cachoeiras dificultam a navegação. Mesmo assim, os trechos navegáveis das bacias típicas de planalto são aproveitados para integrar a economia regional.

Rios de planície

São usados basicamente para a navegação fluvial, pois não apresentam saltos, cataratas ou cachoeiras em seu caminho. O Amazonas, por exemplo, é navegável desde sua foz, no oceano Atlântico, até a cidade de Iquitos, no Peru. O número impressionante de seus afluentes, mais de 7 mil, permite a navegação em mais de 230 mil km. Com as cheias periódicas, há uma rede de canais e braços de rios, como os igarapés, que são estreitos cursos-d’água. Todos eles transformam-se em verdadeiras estradas de água. 


 
Bacias hidrográficas

A bacia Amazônica tem uma área de 7.050.000 km², sendo que 3.904.392,8 km² ficam no Brasil
Um rio e seus afluentes formam uma bacia fluvial ou hidrográfica. Para facilitar os estudos, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) separou os rios brasileiros em nove bacias. Seis delas são chamadas bacias autônomas, pois têm um rio principal e seus afluentes: bacias Amazônica, do Tocantins-Araguaia; Paraguai; do Paraná; do São Francisco e do Uruguai. As outras três são chamadas bacias agrupadas, pois não têm um rio principal que as nomeie. São elas: bacia do Nordeste, do Leste e do Sudeste-Sul.

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