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Década de 70

1972 Um grupo palestino mata 11 membros da delegação de Israel nos Jogos Olímpicos de Munique, Alemanha. Israel se vinga, matando vários líderes palestinos aparentemente ligados com os assassinatos em Munique.
1973
Soldados egípcios mortos no deserto
Desde a ocupação dos territórios árabes em 1967, Israel vinha sendo advertido pela ONU por meio de resoluções aprovadas pela maioria dos países do mundo. Elas estabeleciam a devolução daqueles territórios a seus donos, mas Israel ignorava todas as advertências. Sua política consistia em colonizar esses territórios.
Egito e Síria atacaram Israel de surpresa no dia 6 de outubro de 1973, exatamente no Yom Kippur, o Dia do Perdão dos judeus. A Síria avançou pelas colinas do Golã e o Egito atacou ao longo do canal de Suez. Israel contra-atacou, bombardeou Damasco, a capital síria, e obrigou os egípcios a recuar no Sinai. EUA e URSS impuseram um cessar-fogo,
que praticamente restabeleceu as fronteiras vigentes ao final da Guerra dos Seis Dias.
1974 Dez anos depois do reconhecimento da ONU, os países árabes admitem que a OLP é a única representante dos palestinos.
Terroristas palestinos matam 26 pessoas numa escola de Maalot, na maioria, crianças.
1975 Militantes da organização terrorista palestina Fatah ocupam o Hotel Savoy em Tel-Aviv. Onze pessoas morrem.
1978

É assinado, em setembro, o Acordo de Camp David, nos Estados
Unidos, que sela o compromisso israelense de devolver a península
do Sinai ao Egito.

1979 Em 26 de março, Egito e Israel assinam tratado de paz na Casa Branca, Washington, o primeiro entre judeus e árabes. Como parte do acordo, a península do Sinai é devolvida ao Egito. A Síria e a Jordânia, ausentes do tratado, acusam o Egito de traição da causa árabe. O tratado voltou a dividir os países árabes. Israel passa a adotar uma política de anexação dos territórios ocupados, redefinindo suas fronteiras e desrespeitando as resoluções da ONU.


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