Por uma faixa de mais de 1.000 km, no norte do Chile, estende-se Atacama, a região mais árida do mundo. Pouco chove nesse deserto, em que se sucedem platôs de rocha e areia, desde a puna – planalto junto à cordilheira dos Andes, com altitudes superiores a 3 mil metros – até a orla do oceano Pacífico. Esse cenário de ficção científica – um contraste de vales verdejantes, lagoas salgadas e areias de cores mutantes – foi o lar de um povo que nos deixou uma herança inestimável:
múmias de 7 mil anos conservadas com técnicas bem diferentes.
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